COMUNIDADES INDÍGENAS EM ALAGOAS

Postado por: Indira Aleluia.

Para ampliar nossos conhecimentos, falar um pouco sobre as comunidades indígenas no estado de Alagoas:

Tingui-Botó

Resultado de imagem para Tingui-Botó Feira Grande
Fonte: <https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Tingui_Bot%C3%B3>. Acesso em: 27 de mai de 2018.
"Os Tingui-Botó habitam a comunidade Olho D´Água do Meio, no município alagoano de Feira Grande. Até o início da década de 80, eram conhecidos como "caboclos", quando foi-lhes reconhecida a identidade indígena pela Funai. Desde esse período preservam dois hectares de mata para realizar o ritual secreto do Ouricuri, principal emblema de sua identidade, que continuam resguardando das populações vizinhas."

nome: Tingui-Botó - Elisiano de Campos - Cacique Erianaiê
etnia: kariri
língua falada: Dzubukuá
cacique: não consta
reconhecida desde: não consta
população: 350 indivíduos (Censo Funai 2002)
endereço:  Feira Grande - Povoado Olho D`Água do Meio
contato: (82) 9113-6809 - Cacique Erianaiê
localização: Feira Grande - Alagoas - Região Agreste
histórico: Os Tingui-Botó habitam a comunidade Olho D´Água do Meio, no município alagoano de Feira Grande. Até o início da década de 80, eram conhecidos como "caboclos", quando foi-lhes reconhecida a identidade indígena pela Funai. Desde esse período preservam dois hectares de mata para realizar o ritual secreto do Ouricuri, principal emblema de sua identidade, que continuam resguardando das populações vizinhas.

Kariri-Xocó

Fonte: <http://agenciaalagoas.al.gov.br/noticia/item/10070-iteral-viabiliza-ida-de-42-indios-kariri-xoco-para-julgamento-sobre-demarcacao-de-terras-em-recife>. Acesso em: 27 de mai de 2018.

Porto Real do Colégio - Alagoas
nome: Kariri-Xocó
etnia: Kariri
cacique: não consta
população: 1.447 indivíduos (Censo Funai 2000)
endereço:  Aldeia Kariri-Xocó - Zona Rural
bairro: Sementeira
CEP: 57290-000
cel.: (82) 9953-2110
e-mail: nhenety.indiosonline@gmail.com
região: Sul
município: Porto Real do Colégio
língua falada: kariri e portuques
Reconhecida desde:
Teve origem em 1578 com a chegada dos jesuitas que aportaram na região reunindo várias nações indigenas (kariri, carapatós e aconans) criando um aldeiamento denominado "urubu-mirim". Seu cotidiano é muito semelhante ao das populações rurais de baixa renda que vendem sua força de trabalho nas diferentes atividades agropecuárias da região. Mas ser índio em Porto Real do Colégio significa ser filho da aldeia e conhecer o segredo do Ouricuri, desde a primeira infância.
Atividades culturais: Cantos e torés, artesanato, cerâmica utilitária e ervas medicinais.
Atividades econômicas: agricultura, olaria, pesca e artesanato.





Geripancó

Fonte: <https://geripanco.wordpress.com/2017/07/03/aspectos-culturais-que-fazem-dos-geripanco-uma-tribo-autentica/>. Acecsso em: 27 de mai de 2018.


Pariconha
Nome: Geripancó
Etnia: kariri
Língua falada: tupi guarani
Cacique: não consta
Reconhecida desde: não consta
População: 1.250 indivíduos (Censo Funai 2000)
Endereço:  Zona Rural de Pariconha
Contato: não consta
Localização: Pariconha - Alagoas - Região do Sertão
Histórico: Os Geripancó são da etnica kariri, como a maioria das tribos indígenas em Alagoas. Possuem 1 escola com 194 alunos e seis professores na sua comunidade ensinando a cultura e a tradição entre os jovens.


Além desses citados, ainda contamos no estado de Alagoas com:

Xucuru-Kariri - Fazenda Canto
Local: Palmeira dos Índios
Wassu Cocal
Local: Joaquim Gomes
Xucuru Kariri - Boqueirão
Local: Palmeira dos Índios
Karapotó - Terra Nova
Local: São Sebastião
Karapotó
Local: São Sebastião
Karuazú
Local: Pariconha
Kalancó
Local: Água Branca
Xucuru-Kariri
Local: Palmeira dos Índios
Dzubucuá

Local: Porto Real do Colégio - Alagoas - Região Sul

REFERÊNCIAS

DUARTE, A. Tribos, aldeias e missões de índios nas Alagoas. Rev. do Instituto Histórico, Maceió : Instituto Histórico, s.n., 1969.

FARIAS, Benildo Gomes de. Tingui-Botó : uma etnografia. Maceió : UFAL, 1998. 94 p. (Monografia para obtenção do grau de Bacharel em Ciências Sociais)

HOHENTHAL JÚNIOR, W. D. As tribos indígenas do médio e baixo São Francisco. Rev. do Museu Paulista, São Paulo : Museu Paulista, v. 12, n.s., 1960.

MUSEU NACIONAL. PETI. Atlas das terras indígenas do Nordeste : Alagoas, Bahia (exceto sul), Ceará, Paraíba, Pernambuco, Sergipe. Rio de Janeiro : Museu Nacional-Peti, 1993. 93 p.

RONDINELLI, Rosely Curi (Coord.). Inventário analítico do arquivo permanente do Museu do Índio - Funai : documentos textuais 1950-1994. Rio de Janeiro : Museu do Índio, 1997. 150 p.

SANT'ANA, Claudio L. F. Alagoas seus índios e suas terras. Recife : Funai, 1991.

Fonte: < http://www.cultura.al.gov.br/politicas-e-acoes/mapeamento-cultural/cultura-indigena/comunidades-indigenas-em-alagoas>. Acesso em: 27 de mai de 2018.

Fonte: < http://agenciaalagoas.al.gov.br/noticia/item/10070-iteral-viabiliza-ida-de-42-indios-kariri-xoco-para-julgamento-sobre-demarcacao-de-terras-em-recife>. Acesso em: 27 de mai de 2018. 

Fonte: <https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Tingui_Bot%C3%B3>. Acesso em: 27 de mai de 2018.

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