Postado por: Indira Aleluia.
Relacionando, basicamente dentre os tantos países, etnias e regiões de onde partiram os homens e mulheres escravizados para o Brasil, os de mais destaque são:
- Angola
- República do Congo
- Golfo da Guiné
- Golfo do Benin
- Bengüela
- Monjolo
- Cabinda
- Quiloa
- Rebolo
- Moçambique
- Mina
- Regiões da costa leste da África
- Regiões da África central
- Regiões do Sudeste africano
- Regiões da África ocidental
- Ovimbundo
- Ambundos
- Macuas
- Nhanjas
- Tongas
- Edo
Outra característica que aproximou país da África com o
Brasil foi a escravização de seres humanos, iniciando com os nativos
brasileiros e logo em seguida o tráfico da população negra com a migração
compulsória de diversificadas etnias africanas (cerca de 4 milhões de homens,
mulheres e crianças escravizadas) para executar atividades diretamente ligadas
aos ciclos econômicos, por exemplo a cana-de-açucar no Nordeste, mineração e
cafeicultura no Sudeste.
Na atualidade, é fortemente nítida a influência que a Afríca
exerce em nossa sociedade seja na cultura, nos hábitos alimentares, elementos
agregados pela língua portuguesa (chamados de toponímia) ou mesmo nas crenças
religiosas, dentre muitas outras.
Angola é destacado como o maior mercado do tráfico negreiro
do atlântico, sendo o país que forneceu (durante os séculos XVI, XVII e
primeira metade do século XVIII) a maior parte da população escravizada
utilizada no Brasil, em especial nas regiões como Recife, Rio de Janeiro e São
Paulo. Foram de regiões africanas como o Centro-Oeste, Oeste e Sudeste que
vinheram o maior fluxo do comércio de pessoas. Já durante o período que vai do
final do século XVIII e inicio do século XIX, o comércio escravista
transatlântico partiu da costa leste da África (em especial a área hoje ocupada
por Moçambique). Outras regiões como o Golfo do Benin no sudoeste da atual
Nigéria, Golfo da Guiné, República do Congo. Também as etnias, como:
ovimbundos, ambundos, macuas, nhanjas, tongas e edo.
Fonte: <http://rjoliveira.blogspot.com.br/2012/08/dialogos-sobre-etnias.html>. Acesso em: 23 de mai de 2018.

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